quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Atualização da caderneta de vacinação



Fique atento:
 este final de semana tem vacinação infantil. Entre os dias 18 e 24 de agosto acontece a Campanha Nacional para Atualização da Caderneta de Vacinação. O objetivo é melhorar a cobertura vacinal das crianças de 0 a 5 anos.

E há algumas novidades! Além das vacinas já oferecidas aos pequeninos, também foram incluídas ao calendário básico a pentavalente e a Vacina Inativada Poliomielite. As crianças menores de 5 anos que residem nas regiões Norte, Nordeste dos vales do Jequitinhonha e Murici em Minas Gerais também receberão megadoses de vitamina “A”. Essa medida integra o Programa Brasil Carinhoso, lançado em maio deste ano, e tem como meta a superação da extrema pobreza na primeira infância.

Durante a coletiva para anúncio da campanha, que aconteceu na manhã desta terça-feira (14), o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, afirmou que a ação vai permitir reduzir as taxas de abandono do esquema vacinal. “Melhorar a cobertura vacinal das crianças significa diminuir o risco de transmissão das doenças que podem ser evitadas”.

O dia “D” da campanha de vacinação acontece nesse sábado (18) e os responsáveis pelas crianças devem levá-las a um posto de vacinação do Sistema Único de Saúde (SUS) para que a caderneta de saúde seja avaliada e, se necessário, atualizada. Quem perdeu ou esqueceu o cartão de vacinação também deve ir ao posto de vacinação, ou seja, não tem desculpa. As vacinas disponíveis são a BCG, hepatite B, pentavalente, Vacina Inativada Poliomielite (VIP), Vacina Oral Poliomielite, rotavírus, pmeumocócica 10 valente, meningocícica C conjugada, febre amarela, tríplice viral (sarampo, rubéola e caxumba) e DTP (difteria, tétano e coqueluche).

O representante da Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS), Joaquim Molina, afirmou durante a coletiva que o país ocupa lugar de vanguarda entre os países da América Latina. “O Brasil tem o maior programa vacinal deste continente”, declarou Molina.

Pentavalente – A vacina pentavalente é injetável e reúne, em uma única aplicação, a proteção de duas vacinas distintas: a tetravalente – que deixará de ser ofertada e protege contra a difteria, tétano, coqueluche e Haemophilus influenzae tipo b (meningite e outras doenças bacterianas) e a vacina contra hepatite B.

A pentavalente será administrada aos 2, aos 4 e aos 6 meses de vida. Além dessa vacina, a criança também manterá os dois reforços com a DTP.

Pólio Inativada – A partir de agora, as crianças que nunca foram imunizadas contra a paralisia infantil vão receber a primeira dose aos 2 meses de vida e a segunda aos 4 meses. A segunda dose será dada aos 4 meses, junto com a vacina poliomielite inativada injetável. Já a terceira dose (aos 6 meses) e o reforço (aos 15 meses) continuam como vacina oral, ou seja, em duas gotinhas.

Enquanto a pólio não for erradicada no mundo, o Ministério da Saúde vai continuar a utilizar a vacina oral poliomielite (VOP), porque ainda existem países endêmicos da doença (Nigéria, Afeganistão e Paquistão). O Brasil já está se preparando para utilizar apenas a vacina inativada quando ocorrer a erradicação da doença no mundo. Para isso será criada a vacina heptavalente – uma união da VIP será incluída na pentavalente, junto com a vacina meningocócica C. Os laboratórios Bio-Manguinhos, Butantan e Fundação Ezequiel Dias (FUNED) já estão desenvolvendo este projeto. A previsão é de que esta vacina esteja disponível no Programa Nacional de Imunizações daqui a quatro ou cinco anos.

Vitamina A – Para repor as deficiências nutricionais em crianças de 6 meses a 5 anos, o Ministério da Saúde vai disponibilizar megadoses de vitamina A. A estratégia faz parte da Ação Brasil Carinhoso e a mobilização também vai acontecer no próximo sábado (18).

A suplementação contribui para reduzir a gravidade das infecções, diminui a mortalidade infantil e contribui para a saúde da visão e do pleno desenvolvimento congnitivo. As crianças devem receber duas doses anuais (não injetáveis), uma a cada seis meses.

Para a campanha, serão priorizados os estados das regiões Norte, Nordeste e as cidades mineiras do Vale do Mucuri e Vale do Jequitinhonha. Ao todo serão 2.434 municípios que receberão as doses da suplementação. Até o final do ano, todas as demais regiões do país também vão receber as megadoses. Serão incluídos todos os municípios prioritários do Plano Brasil Sem Miséria, além dos 34 Distritos Sanitários Especiais Indígenas (DSEI).


Fonte: Ilana Paiva / Blog da Saúde

Lei de Cotas e Surdos no Mercado de Trabalho


Lei de cotas e os Surdos no mercado de trabalho



Chegada de um animal de estimação em casa melhora comportamento de crianças autistas


Uma pesquisa publicada no começo de agosto, no periódico PLoS One, mostrou que o contato com animais de estimação pode ter um efeito positivo no comportamento de crianças autistas. Segundo especialistas do Centro de Pesquisa do Hospital de Brest, na França, pessoas com a síndrome que passam a ter um cão ou um gato, por exemplo, depois dos cinco anos de idade podem apresentar um melhor relacionamento com outras pessoas do que os indivíduos que já nascem em lares com a presença algum bicho ou que passam a vida sem conviver com um. No artigo, os autores explicam que, embora a terapia envolvendo contato com animais já venha sendo recomendada a crianças com autismo há algum tempo, os resultados concretos dessa abordagem nunca haviam sido estudados. Participaram da pesquisa 260 indivíduos de seis a 34 anos que tinham a síndrome. As pessoas que passaram a ter algum animal de estimação a partir dos cinco anos de idade apresentaram melhora em alguns aspectos específicos do comportamento social: elas se sentiam mais confortáveis e se mostravam mais solidárias quando se relacionavam com outras pessoas do que pacientes que nunca tiveram um animal. Os participantes que já nasceram em casas com a presença de animais também mostraram uma melhor relação social, embora menos intensa do que o outro grupo. Para os autores do estudo, esses resultados devem incentivar outras pesquisas que aprofundem os mecanismos envolvidos na relação entre pessoas com autismo e animais. CONHEÇA A PESQUISA Título original: Does Pet Arrival Trigger Prosocial Behaviors in Individuals with Autism? Onde foi divulgada: periódico PLoS One Quem fez: Marine Grandgeorge, Sylvie Tordjman, Alain Lazartigues, Eric Lemonnier, Michel Deleau e Martine Hausberger Instituição: Hospital de Brest, França Dados de amostragem: 260 pessoas com autismo Resultado: Pessoas com autismo que passaram a ter animais de estimação a partir dos cinco anos de idade se relacionam melhor socialmente do que quem nunca conviveu com algum bicho de estimação. Embora de forma menos intensa, quem nasce em lares com animais também apresentam melhora Fonte: Veja

Cursos Pronatec


Cursos do Pronatec com inscrições abertas no mês de agosto

Estão abertas até o fim deste mês as inscrições para os cursos profissionalizantes  do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego/Pronatec,  oferecidos em parceria com a Secretaria de Desenvolvimento Social (SEMDES) e o Instituto Federal da Bahia (IFBA) e o Senac.

As inscrições estão sendo realizadas na Secretaria de Desenvolvimento Social na Av. Juracy Magalhães (início da avenida do Shopping Conquista Sul) de 08 às 12h e das 14 às 17h.O Pronatec é uma iniciativa voltada para os beneficiários dos programas sociais do Governo Federal no município, como Bolsa Família e Minha Casa Minha Vida, além das pessoas atendidas pelo Centro de Assistência Social/Cras. A iniciativa permite a ampliação das possibilidades de inserção no mercado de trabalho, através de formação e qualificação profissional.

Os cursos disponíveis para o mês de agosto são:

Cursos
Unidade Executora
Escolaridade Mínima 
Idade Mínima 
AUXILIAR DE TESOURARIA
SENAC
Ensino Médio Incompleto
18 anos
CARPINTEIRO DE OBRAS
SENAI
Ensino Fundamental Incompleto
18 anos
CUIDADOR DE IDOSO
SENAC
Ensino Fundamental Completo
18 anos
ENCANADOR
SENAI
Ensino Fundamental Incompleto
18 anos
PINTOR DE OBRAS
SENAC
Ensino Fundamental Completo
18 anos
PROMOTOR DE VENDAS
SENAC
Ensino Médio Incompleto
18 anos
RECEPCIONISTA
SENAC
Ensino Fundamental Completo
18 anos
 

terça-feira, 21 de agosto de 2012

Projeto reserva vagas no setor público para pessoas com síndrome de Down

A Câmara analisa o Projeto de Lei 3513/12, do deputado William Dib (PSDB-SP), que obriga o poder público, em todos os níveis, a reservar no mínimo 2% das vagas de seus quadros de pessoal para pessoas com síndrome de Down. O processo seletivo terá critérios especiais estabelecidos por uma equipe multiprofissional. Segundo o projeto, essa equipe será formada por representantes da Coordenadoria Nacional para Integração da Pessoa Portadora de Deficiência (Corde), das secretarias estaduais e municipais correspondentes e das instituições locais de amparo ao excepcional, legalmente reconhecidas. Capacidade Os departamentos de Recursos Humanos e de Saúde dos órgãos empregadores e um especialista indicado pela equipe multiprofissional serão responsáveis por avaliar a capacidade do candidato para o desempenho das atividades no serviço público. Caso seja considerado inapto, o interessado poderá recorrer em três dias úteis, a contar do conhecimento da decisão. O projeto determina que as vagas não preenchidas por pessoas com síndrome de Down sejam utilizadas por pessoas que tenham outras deficiências. Segundo William Dib, estima-se que a síndrome de Down – ocorrência genética natural – acontece em 1 a cada 700 nascimentos. “Por motivos ainda desconhecidos, durante a gestação, as células do embrião são formadas com 47 cromossomos no lugar dos 46 que se formam normalmente”, explica. O deputado relata que o governo do Distrito Federal editou lei em 1995 para prever a reserva de vagas para essas pessoas. Na iniciativa privada, ele lembra que a Lei8.213/91 obriga empresas com mais de 100 funcionários a destinar entre 2% e 5% de seus postos de trabalho a pessoas com deficiência. Tramitação O projeto tramita apensado ao PL 5218/09, que também prevê reserva de vagas para pessoas com deficiência no serviço público. As propostas serão analisadas pelas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Depois serão votadas em Plenário. Fonte: Agência Câmara de Notícias

Projeto vai monitorar mercado para pessoas com deficiência



A inclusão de pessoas com deficiência no mercado de trabalho é um desafio para a sociedade brasileira, ainda mais depois que o último Censo (de 2010) feito pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)apontou que quase um quarto da população tem alguma deficiência. Para garantir a inclusão é preciso ter dados da realidade e monitorá-la. É isso que propõe o projeto Modem (Monitoramento da Inserção da Pessoa com Deficiência no Mercado de Trabalho), da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) e da Secretaria dos Direitos da Pessoa com Deficiência. O projeto foi apresentado por Hélio Zylberstajn, da Universidade de São Paulo (USP), durante a palestra "A Lei de Cotas e a Inclusão de Trabalhadores com Deficiência nos Hospitais", realizado pela secretaria no último dia 22. O Modem tem dois principais objetivos. O primeiro deles é o de criar indicadores da inserção das pessoas com deficiência no mercado de trabalho. Estes indicadores devem idealmente ter a propriedade de, ao mesmo tempo em que descrevam a inserção do grupo alvo, comparem-no com os demais grupos de trabalhadores. Com estes dados, será criado um mapa do emprego e o trabalho das pessoas com deficiência e também acompanhar sua evolução ao longo do tempo. O segundo objetivo é desenhar o perfil do emprego das pessoas com deficiência, para completar o mapa. Os dados atuais dizem pouco sobre as condições de trabalho oferecidas, apesar de serem bastante úteis para compreender onde as pessoas com deficiência trabalham, quais ocupações exercem e em quais atividades estão inseridas. Entre as perguntas que o projeto pretende responder, as empresas que contratam pessoas com deficiência oferecem a estas pessoas as mesmas oportunidades de crescimento na carreira? Oferecem as mesmas oportunidades de treinamento e desenvolvimento? As vagas ocupadas por essas pessoas são diferentes das vagas ocupadas pelos demais empregados? Os salários e benefícios são os mesmos para os dois grupos ou existe um diferencial na remuneração? Para alcançar o segundo objetivo e responder aos questionamentos citados, o projeto irá realizar pesquisa de campo junto a uma amostra de empresas. Em cada empresa selecionada, será feito um levantamento dos empregados com deficiência e será estabelecida a comparação desse grupo com os demais empregados, nos diversos aspectos da relação de emprego. Fonte: http://invertia.terra.com.br/terra-da-diversidade/ (Marina Pita)

Pesquisa avalia impacto da educação inclusiva na pré-escola



Vivenciar a experiência da educação inclusiva na pré-escola pode promover a abertura em relação ao diferente e evitar o preconceito de forma duradoura, aponta uma pesquisa feita no Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo (USP). A pesquisa qualitativa foi feita com seis alunos com idades entre 7 e 16 anos egressos de uma creche pública com características inclusivas e ambiente diversificado. Além de crianças com deficiência, a instituição situada na cidade de São Paulo atende alunos de diferentes classes sociais e etnias. “A ideia era entrevistar esses alunos, agora no ensino fundamental e em escolas diferentes, para avaliar se a experiência da educação inclusiva pré-escolar teve impacto em suas atitudes e valores”, contou Marie Claire Sekkel, coordenadora da pesquisa que teve apoio da Fapesp. Segundo Sekkel, a investigação teve como base diversas teorias da psicologia que apontam as experiências vividas na infância como fundamentais para definir as características mais marcantes do caráter de uma pessoa. “Todos os entrevistados demonstraram uma abertura para se relacionar com pessoas significativamente diferentes em suas novas escolas. Nesse conceito estão incluídas não apenas deficiências físicas e intelectuais, mas também orientação sexual, religião, etnia, classe social e demais questões que caracterizam o diferente”, disse. Também foi possível observar pelas entrevistas que os estudantes percebem claramente as situações que fogem da norma, mas não as veem como algo negativo. “Eles não têm a ideia preconcebida de que uma pessoa com deficiência, por exemplo, é triste ou insatisfeita. Percebemos nos relatos uma relação de respeito”, contou Sekkel. Os entrevistados também demonstraram agir de forma diferenciada no ambiente escolar. “Enquanto a maioria das pessoas se cala diante de uma cena de discriminação ou agressão, eles se preocupam e alguns interferem na tentativa de ajudar. Isso mostra que a formação foi capaz de criar uma consciência suficientemente forte para desencadear também ações e compromissos”, disse. Essa abertura para com o diferente, de acordo com a pesquisadora, manteve-se independentemente dos valores familiares. “Há algo comum na educação dessas crianças para o qual a escola exerce forte determinação. Isso mostra o potencial das instituições de educação na formação desses alunos”, disse. Sekkel pretende agora investigar também o impacto dessa experiência pré-escolar inclusiva nos pais dos alunos. “A fase pré-escolar é quando os pais estão mais próximos da criança e da escola. Então tudo o que acontece com os alunos acaba influenciando a vida familiar”, disse. Fonte: http://exame.abril.com.br/

MP recomenda regularização na educação para pessoas com deficiência no Rio de Janeiro



A 1ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva de Proteção à Educação da Capital oficiou recomendação ao município do Rio de Janeiro, com 15 medidas a serem adotadas, para regularizar o sistema educacional para pessoas com deficiência. O município tem 120 dias de prazo para a comprovação das providências adotadas. A recomendação é uma medida jurídica extrajudicial prevista na Lei da Ação Civil Pública e tem como objetivo resolver problemas que afetem direitos coletivos sem a necessidade de acionar a Justiça. Segundo informações do Ministério Público Estadual, as ações recomendadas deverão ser executadas para facilitar o acesso de pessoas com deficiência às escolas. Elas abrangem desde a prioridade na matrícula até o número máximo de alunos com deficiência matriculados em creches da capital. A recomendação prevê ainda que o município disponibilize matrículas, também no horário diurno, para as pessoas com deficiência, maiores de 17 anos, em escolas perto de suas residências e que aloque, no máximo, dois alunos com deficiência nas classes regulares de creches até o 9° ano do ensino fundamental. Fonte: http://www.jb.com.br

Número de pessoas com deficiência aumenta em cidades como São José dos Campos (SP) e Taubaté (SP)



Segundo o último Censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o número de pessoas com deficiência aumentou em São José dos Campos, (SP). De acordo com a pesquisa, realizada em 2010, 22% da população da cidade tem algum tipo de deficiência. O número passou de 62 mil para 140 mil pessoas. O índice engloba as deficiências visual, auditiva, motora, física e intelectual. Segundo a prefeitura, o aumento na porcentagem de pessoas com deficiência é devido à mudança na metodologia da pesquisa do IBGE. Em Taubaté (SP), atualmente são 67 mil pessoas com algum tipo de deficiência, que representam 24% da população. Em 2000, eram 29 mil pessoas, ou 12 % dos moradores. Luiz Antônio da Silva, Assessor de Políticas para Pessoa com Deficiência de São José, fala sobre as adaptações que já foram feitas. “Os grandes locais de fluxo de pessoas, já estão adaptados. Os nossos equipamentos esportivos, muitos prédios públicos já são adaptados. Os cursos oferecidos para pessoas com deficiência são cursos inclusivos, as nossas escolas já tem todo um aparato técnico para isso. Então a maior questão a ser resolvida é a atitude das pessoas”, explicou. As academias ao ar livre, instaladas por toda a cidade, possuem equipamentos adaptados. Mas, para as pessoas que têm alguma deficiência física, chegar até algumas delas é uma ginástica difícil. O aposentado e cadeirante, Benedito Parente, procura uma explicação para essa dificuldade enfrentada. “Projetos novos, como esse do Urbanova, não dá para entender porque não contemplar, de imediato, o novo projeto com acesso para pessoa com cadeira de rodas”, questiona. Fonte G1

Projetos aumentam punição para violência sexual contra crianças com deficiência


O Código Penal (Decreto-lei 2.848/40) já estabelece uma pena maior quando a violência sexual atinge pessoas com deficiência. O estupro, por exemplo, tem pena de reclusão de 6 a 10 anos, aumentando para de 8 a 15 anos nos casos de menores e de pessoas com deficiência mental ou que não possam oferecer resistência. Na Câmara, alguns projetos atualmente em análise pretendem aumentar as penas para crimes contra crianças com deficiência. O Projeto de Lei 660/11, da deputada Nilda Gondim (PMDB-PB), modifica o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA - Lei 8.069/90) para aumentar as penas para crimes ou infrações administrativas cometidas contra crianças ou adolescentes com deficiência. Em crimes como entregar filho a terceiro mediante recompensa ou filmar cena de sexo envolvendo criança ou adolescente, as penas serão aumentadas em 1/3. Para as infrações administrativas, como deixar de comunicar às autoridades suspeita de maus-tratos contra criança ou adolescente, a pena será acrescida em 1/4 das já previstas para os jovens sem deficiência. Autismo Outra proposta em tramitação para aumentar a punição aos infratores é o Projeto de Lei 1631/11, que cria a Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista. O texto equipara os autistas, para todos os efeitos legais, às pessoas com deficiência. A relatora do projeto na Comissão de Seguridade Social e Família, deputada Mara Gabrilli (PSDB-SP), alterou o texto original para tipificar como crime qualquer forma de castigo corporal, ofensa psicológica ou tratamento degradante imposto à criança ou ao adolescente com deficiência física, sensorial, intelectual ou mental, como forma de correção, disciplina e educação. O crime será punível com detenção de seis meses a dois anos. Já o Projeto de Lei 4207/12, do deputado Romário (PSB-RJ), aumenta a pena para quem cometer abuso ou violência sexual contra crianças com deficiência. “É preciso que o agressor seja impedido de continuar praticando esse crime hediondo e silencioso”, diz o parlamentar. Sem julgamento Para o deputado Eduardo Barbosa (PSDB-MG), não adianta aumentar a pena – é preciso fazer a lei ser cumprida. “Falta julgamento para os casos de violência. Vimos casos de juízes que absolveram o réu, sendo que na defesa havia a alegação de que a criança era sem-vergonha”, disse ao relatar casos da CPMI do Abuso Sexual da qual fez parte em 2004. Ele foi presidente da Federação Nacional das Associações de Pais e Amigos de Excepcionais (Fenapaes), secretário de Trabalho, da Assistência Social, da Criança e do Adolescente do Estado de Minas Gerais, de 1995 a 1998. Fonte: Agência Câmara de Notícias Foto: Arquivo / Saulo Cruz

4°Turma doCurso : O que é Literatura Surda? ( modalidade a distância)



Curso 100%  a distância , realizado pela plataforma moodle.
Com tutoria
Valor: Taxa única de 60 reais

Duração: 3 meses
Início: dia 15/08/2012     (Realize o pagamento e garanta sua vaga!)
Carga Horária: 120 horas
Certificado emitido pela empresa Enlace Cursos
Inscrição e pagamento: www.comunidadesurda.com.br

Conteúdo programático:

1)Apresentação do professor-tutor e dos discentes e introdução a EAD
2)Surdo, Surdo-mudo ou  Deficiente Auditivo, eis a questão?
3)  Linguagem e Identidade: A surdez em questão
4) Libras: crenças e preconceitos
5) Libras, aspectos linguísticos
6) SignWriting: A escrita de sinais
7)  Cultura Surda, o que é?
8) Literatura Surda I
9) Literatura Surda II
10) Conhecendo o site: Literatura Surda
11) Tecnologias e as possibilidades para comunidade surda
12)  Elaboração do Memorial

Professor e Tutor: Delmir Rildo Alves 
Delmir Rildo Alves
Bacharel em Serviço Social
(Graduando em  Letras - UFLA )
( Pós-Graduando em
Língua Brasileira de Sinais) 
(Pós-graduando em EAD: Gestão e Tutoria)

Curso de Libras - Funorte São Norberto

Curso de Libras com Ênfase em Interpretação:

Professor João Ricardo Bispo Jesus (Letras Libras/UFSC)

120horas

Periodicidade: 4 meses

Investimento:
  • R$400,00  a vista ou nas seguintes opções de parcelamento:
  • 3x R$140,00 ou
  • 4x R$110,00

Aulas aos sábados (alternados), manhã e tarde, das 8h as 12h e das 13h as 17h na Funorte São Norberto.

Início: 25 de agosto/2012

Inscrições todas as tardes das 14:30 as 16:30 com Cássia ou Maria ou nas 2as 3as e 6as de manhã com Cida, na sala da Pós, 1o Piso, Funorte São Norberto (CENTRO).

Documentação de inscrição: xerox de RG, CPF e comprovante de endereço, requerimento de matrícula preenchido (pode ser preenchido no local da inscrição) e taxa de R$20,00.

Att
ELANA VAZ

sábado, 11 de agosto de 2012

Plano Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência


Foi lançado o Plano Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência, chamado "Viver sem Limites" - por meio do Decreto 7.612, de 17 de novembro de 2011 (conforme Decreto Nº 7.612 ), o Governo Federal ressalta o compromisso do Brasil com as prerrogativas da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência , da ONU, ratificada pelo nosso país com equivalência de emenda constitucional.
 O Brasil tem avançado na implementação dos apoios necessários ao pleno e efetivo exercício da capacidade legal por todas e cada uma das pessoascom deficiência. Ou seja, cada vez mais nos empenhamos na equiparação de oportunidades para que a deficiência não seja utilizada como motivo de impedimento à realização dos sonhos, dos desejos, dos projetos, valorizando e estimulando o protagonismo e as escolhas das brasileiras e dos brasileiros com e sem deficiência. Atualmente, no Brasil, 45 milhões de pessoas declaram possuir algum tipo de deficiência, segundo o Censo IBGE/2010 . A proposta do Viver sem Limite é que o Governo Federal, estados, Distrito Federal e municípios façam com que a Convenção aconteça na vida das pessoas, por meio da articulação de políticas governamentais de acesso à educação, inclusão social, atenção à saúde e acessibilidade. Elaborado com a participação de mais de 15 ministérios e do Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência (CONADE) , que trouxe as contribuições da sociedade civil, o Plano Viver sem Limite envolve todos os entes federados e prevê um investimento total no valor de R$ 7,6 bilhões até 2014.

O detalhamento de todas as ações que compõem o Plano Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência – Viver sem Limite está nesta publicação . Convidamos você a disseminar, implementar e fiscalizar a efetivação das políticas públicas aqui apresentadas. Essa responsabilidade é nossa!

Proposta do Mec à resposta da FENEIS


Repassando ............

Olá, Defensores da Comunidade Surda Brasileira.

Segue anexa resposta do MEC à proposta da FENEIS para a Política Nacional de Educação Bilíngue para Surdos. Quem não conseguir abrir o anexo pode clicar no link a seguir e abrir o arquivo denominado “Resposta do Ministro.rar”: http://www.sendspace.com/file/9jx42z

Abraço
Sandra Patrícia

Assunto: Simpósio Acessibilidade na Prática. Reflexões e Propostas entre museus

Repassando......

 Prezados,
 
Inscrevam-se para o “Simpósio Acessibilidade na Prática – Reflexões e Propostas entre Museus”
O evento será no sábado, dia 18 de agosto de 2012 com representantes do Museu de Arte Moderna de São Paulo, Museu Afro Brasil e Pinacoteca do Estado.
Evento gratuito com intérprete de LIBRAS.
Maiores informações no convite em anexo e no site http://www.museuafrobrasil.org.br/
....ou comigo nesse e-mail.
 
Abraços,
 
Claudio Rubiño
 
Programa de Acessibilidade Singular Plural
claudiorubino@museuafrobrasil.com.br
 
 
Museu Afro Brasil – Organização Social de Cultura
Av. Pedro Álvares Cabral, s/n 
Parque Ibirapuera - Portão 10
São Paulo / SP - Brasil - 04094 050
Fone:  55 11 3320-8900
www.museuafrobrasil.com.br