sexta-feira, 29 de junho de 2012

Avatar em Libras

Pesquisadores da Universidade de Campinas, em São Paulo, criaram um programa de computador que traduz textos para a linguagem dos sinais, usada por deficientes auditivos.
“Olá, meu nome é Alícia”. Essa é a apresentação em libras do Avatar, figura humana representada no computador. Alícia é uma interprete virtual. A cada texto digitado pela pesquisadora em português, faz a tradução para libras, a língua dos deficientes auditivos.
“O grande diferencial do nosso sistema é que não tem nada pré-gravado. Então a gente viu qual era a configuração da mão de cada sinal, como que as juntas da mão, do corpo se movimentavam para realizar essa articulação. Tudo isso foi descrito em um texto e gerado então a animação a partir desse texto”, explica Wanessa Machado Amaral, engenheira de computação.
O programa desenvolvido pelo Departamento de Computação da Universidade de Campinas permite ao Avatar reconhecer todas as letras do nosso alfabeto. E a partir daí traduzir os textos digitados.
A nova tecnologia foi inspirada no trabalho das intérpretes de libras que aparecem no início dos programas de televisão.
“Nós temos a perspectiva de que no futuro essa tecnologia pode trabalhar em conjunto com o close caption, que nós temos hoje nos televisores, que é aquela legenda embaixo da programação”, diz a engenheira.
O Brasil tem hoje quase 6 milhões de pessoas com deficiência auditiva, o equivalente a população de Goiás. Convidamos o adolescente Luis Felipe para conhecer a novidade. Ele não teve dificuldades para a compreensão. Outros países já desenvolveram programas semelhantes. Mas esse é o primeiro no Brasil na língua de sinais. No futuro, o Avatar pode traduzir todo o conteúdo de internet. O próximo passo da pesquisa é fazer o Avatar se comunicar com os seres humanos para prestação de serviços.“A pessoa pode pedir informação num pronto socorro, numa repartição pública, eventualmente até num aeroporto, para que ela possa, ela pessoa surda, gesticular, fazer a pergunta, o sistema capturar, interpretar e responder através do Avatar”, diz o orientador da pesquisa da Unicamp, José Mário de Martino.

segunda-feira, 4 de junho de 2012


Boletim Editora Arara Azul





BOLETIM
EDITORA ARARA AZUL



A EAA-Editora ARARA AZUL Ltda apresenta o seu 1º CURSO VIRTUAL LIVRE de 2012: “ATUALIZAÇÃO DE EDUCADORES PARA USO DE MATERIAIS DIGITAIS BILÍNGUES (PORTUGUÊS/LIBRAS)”
Este será CURSO INDIVIDUALIZADO, com DURAÇÃO de 40 (quarenta) horas, desenvolvido em 05 (cinco) MÓDULOS, através de ESTUDO DIRIGIDO, sendo permitido o ingresso, no momento em que o PARTICIPANTE desejar, e permanência por 40 (quarenta) dias consecutivos.

Trabalharemos com os seguintes OBJETIVOS:· Identificar técnicas que possibilitem o uso de materiais digitais bilíngues (Português/Libras) de modo eficiente, tanto no ambiente escolar como em outros espaços educativos (lares, bibliotecas, associações, etc).
· Reconhecer a importância da dedicação aos estudos para obtenção de êxito na realização de qualquer curso.
Nosso PÚBLICO ALVO são jovens e adultos pertencentes a diferentes grupos (familiares, estudantes, instrutores, auxiliares de ensino, professores, intérpretes, bibliotecários, etc), desde que exerçam funções educativas com pessoas surdas (crianças, jovens ou adultos) ou que pretendam ingressar nesta área.
Os CANDIDATOS deverão ter conhecimentos de Português escrito e de Libras que lhes possibilitem participar deste CURSO de modo eficiente, sem intermediação de intérpretes.
Para mais informações encaminhe e-mail: cursos@editora-arara-azul.com.br
Confira o texto em Libras: http://tvararaazul.blogspot.com.br/

sexta-feira, 1 de junho de 2012

Relator inclui educação especial e escolas para surdos no PNE


29/05/2012 21:11


Vanhoni continua a apresentar alterações nesta quarta, quando vai abordar a meta de investimento na Educação. O texto final deve ser votado no dia 12 de junho.
Leonardo Prado
Apoiadores da causa do ensino especial para pessoas com deficiência lotaram o plenário da comissão
O Plenário 10 ficou lotado com comitivas de estudantes, professores e gestores municipais de educação.
A inclusão da escola especial e da escola bilíngue para surdos no novo Plano Nacional de Educação (PNE) - PL 8035/10  – foi comemorada pelos representantes do setor que lotaram hoje o plenário onde estava sendo discutido o texto final do relator da comissão especial destinada a analisar a proposta, deputado Ângelo Vanhoni (PT-PR).
O texto do PNE enviado pelo governo contemplava apenas a inclusão de pessoas com deficiência nas escolas, e não citava as duas formas específicas de educação. De um lado, surdos reivindicavam escolas em que a Língua Brasileira de Sinais (Libras) seja a língua principal, e por outro lado associações que lidam com educação especial, como as Apaes (Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais), defendiam uma educação para quem precisa de currículo específico.
“No começo o governo só queria falar de inclusão, mas souberam negociar e atender esses movimentos que se organizaram e foram os mais atuantes na discussão do PNE”, avaliou o presidente da comissão, deputado Lelo Coimbra (PMDB-ES).
O relator apresentou uma modificação à Meta 4 do texto, sobre educação para pessoas com deficiência. As mudanças colocam como meta a inclusão de alunos que tenham dificuldades de aprendizagem ou alguma deficiência, mas não deixa de fora as escolas especiais. Quanto às bilíngues, são escolas com currículo normal, e, pelo novo texto, sua expansão deve fazer parte das metas do PNE.
Para o deputado Eduardo Barbosa (PSDB-MG), ligado ao movimento de Apaes (que organiza escolas para alunos com deficiência), o texto apresentado contempla as reivindicações, e garante a continuidade da educação especial. “Defendemos a escola normal e a escola especial, não há competição, no entanto, nossa vivência mostra que existe um grupo que precisa de um currículo adaptado para suas necessidades, sem necessariamente ter sucesso acadêmico, mas de convivência”, disse.
Para a diretora de política educacional da Federação Nacional de Educação e Integração dos Surdos, Patrícia Rezende, que é surda e militante, o texto apresentado pelo relator torna possível a existência das escolas bilíngues, inclusive com tradutores de libras e professores surdos, de forma que essa seja a principal língua utilizada pelos alunos. “Isso não estava claro no PNE, e foi uma vitória para nós”, sinalizou.
Patrícia também frisou que as escolas bilíngues podem ser inclusivas. Crianças que ouvem podem se matricular, desde que tenham conhecimento em libras, e façam as aulas nessa língua. “Meus filhos são ouvintes, mas são fluentes em libras, se eles quiserem estudar lá, podem”, completou.
Gastos com Educação 
O relator apresentou hoje outras alterações, que devem continuar amanhã, em busca de um acordo para aprovar o texto na comissão. As mudanças são fruto de 155 destaques, que são mudanças específicas pedidas por deputados no relatório, e que poderiam ser votadas uma a uma.
Entre outras alterações, o texto deixa claro que a meta de gastos com Educação pode ser revista por meio de um projeto de lei.
A meta, no entanto, não foi alterada. No texto, o relator propõe 7,5% do PIB em investimento direto do setor público em Educação, a ser implementado nos próximos dez anos, enquanto este plano estiver em vigência. Alguns deputados, principalmente da oposição, querem que o investimento seja de 10% do PIB.
Atualmente o investimento está em 5% do PIB, e o crescimento dos últimos anos, entre 0,1% e 0,2%, fecharia a mesma conta. Com esse argumento, o coordenador da Campanha Nacional pelo Direito à Educação, Daniel Cara, insiste em 10%. “Vamos ter de dar preferência a algumas metas, não há recursos para todas”, disse.
Nas contas do movimento, cada 0,5% do PIB representa 20 bilhões em recursos para o setor. A proposta original falava em 7% e, segundo Cara, até a tramitação final da proposta, que ainda vai passar pelo Plenário e pelo Senado, o governo já sinaliza que aceitaria 8%, nem uma fração a mais.
Meta de financiamento da educação divide até a base aliada, afirma deputado
Votação
Segundo Lelo Coimbra, a votação do novo parecer de Vanhoni – uma complementação de voto – deverá ocorrer no dia 12 na comissão.
O presidente da Câmara, Marco Maia, disse nesta terça-feira que o PNE deverá ser votado pelo Plenário assim que a pauta for liberada. "A votação do PNE é uma prioridade da Câmara. Na primeira oportunidade, o projeto será votado", disse Maia.
Reportagem - Marcello Larcher
Edição – Regina Céli Assumpção

A reprodução das notícias é autorizada desde que contenha a assinatura 'Agência Câmara de Notícias'
Fonte: http://www2.camara.gov.br/agencia/noticias/EDUCACAO-E-CULTURA/418694-RELATOR-INCLUI-EDUCACAO-ESPECIAL-E-ESCOLAS-PARA-SURDOS-NO-PNE.html

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2ª Turma do Curso EAD: O que é Literatura Surda?

2°Turma do Curso EAD: O que é Literatura Surda?

Curso 100%  a distância , realizado pela plataforma moodle.
Apenas 50 vagas
Valor: Taxa única de 50 reais
Duração: 3 meses
Carga Horária: 80 horas
Certificado é de curso Livre Pré-inscrição:  www.comunidadesurda.com.br
(Após o número de vagas, será encaminha por e-mail a formalização da inscrição)

 
Conteúdo programático:
  
1)Apresentação do professor-tutor e dos discentes
2)Surdo, Surdo-mudo ou  Deficiente Auditivos eis a questão?
3)  Linguagem e Identidade: A surdez em questão
4) Libras: crenças e preconceitos 
5) Libras, aspectos linguísticos
6) SignWriting: A escrita de sinais
7)  Cultura Surda, o que é?
8) Literatura Surda
9) Literatura Surda 
10) Conhecendo o site: Literatura Surda 
11) Tecnologias e as possibilidades para comunidade surda
12)  Elaboração do Memorial
 
Professor e Tutor: Delmir Rildo Alves

 
Delmir Rildo Alves
Bacharel em Serviço Social

TRE Recruta Mesários Voluntários Surdos

O TRE está recrutando mesários voluntários Surdos.
 
É necessário ter mais de 18 anos, título de eleitor, estar em dia com as obrigações eleitorais e passar por curso de capacitação e treinamento.
 
As pessoas interessadas serão encaminhadas preferencialmente para suas Zonas de votação.
 
Pessoas interessadas devem mandar email para Cecilia Moura: alce55@uol.com.br
 
Depois as pessoas receberão indicação dos lugares de treinamento.
 
Ajude a divulgar.
 
 
Quem participa como mesário voluntário recebe:
2(dois) dias de folga por cada dia trabalhado nas eleições;
2(dois) dias de folga por cada dia que fizer treinamento;
Auxílio para o lanche;
Certificado de serviços prestados a Justiça Eleitoral.
 
Há uma cartilha no link abaixo, para quem quiser mais detalhes:
http://www.tre-sp.gov.br/institucional/arquivos/carta_servicos.pdf