quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Vestibular adaptado para surdos, uma conquista na FGV em São Paulo.

Eduardo Parise era uma criança como todas as outras: só era muito ruim no pique-esconde. Quando brincava com os primos, era facilmente achado, porque deixava sua respiração fazer muito barulho. Eduardo nasceu surdo. No mês que vem, aos 35 anos de idade, ele fará pela primeira vez um vestibular adaptado às suas necessidades.

A novidade é da Escola de Administração de Empresas da FGV em São Paulo. Para compensar a eventual falta de vocabulário específico, os candidatos surdos terão à disposição um intérprete de Libras (Língua Brasileira de Sinais) para traduzir os enunciados das questões. E, apesar de fazerem a redação normalmente, erros gramaticais normais para surdos, desde que não comprometam o entendimento, serão desconsiderados. A escola vai custear ainda intérpretes de Libras para acompanhar os futuros alunos.

Será uma segunda chance para Eduardo, que já cursou Administração em outra faculdade mas não se formou. Escreveu ele, em entrevista por e-mail: “não tive nenhuma condições prestar ao vestibular (sic), por causa da dominação língua portuguesa e dificuldade de palavras e não há interpretação”. Eduardo lamenta a limitação imposta à sua carreira profissional por não poder, por exemplo, se comunicar por telefone.

Inclusão
O vestibular adaptado não é uma iniciativa isolada. A professora Sônia Regina de Oliveira dá aulas de Libras para alunos ouvintes da EAESP-FGV há quatro semestres. Ela perdeu a audição aos 12 anos. “No início do curso, a motivação da maioria é a curiosidade de conhecer uma língua nova, mas depois o interesse pela inclusão, e a consciência de que podem colaborar para que ela ocorra, torna-se evidente”, contou ela, também por e-mail. “Alguns alunos comentam a importância da disciplina para a desconstrução de estereótipos e preconceitos.” A matéria optativa, de 30 horas, permite aos alunos participar de conversas simples, com apresentação, agradecimentos e solicitações, mas não é suficiente para participar de discussões ou usar conceitos abstratos. “Libras é de fato outra língua e não uma expressão do português por meio de sinais com as mãos”, ressalta o professor Nelson Lerner Barth, vice-coordenador da graduação em Administração.

O analista de marketing Diego Genari, de 23 anos, foi um dos alunos da professora Sônia no segundo semestre de 2010. Entusiasta dos idiomas, ele é fluente em inglês e espanhol e às terças assiste a uma aula de duas horas de chinês. “Aprender Libras foi um desafio”, diz. “Fui motivado pela curiosidade, era uma forma de aprender algo.” Para ele, o mais interessante da disciplina não foi aprender a se comunicar, mas entender a cultura dos surdos. “Eles vivem de forma diferente e sofrem um preconceito muito forte”, afirma. “Também foi interessante aprender que o Libras tem variações regionais em cada lugar do País.” Depois de formado, Eduardo já conseguiu conversar com um funcionário surdo de outra área da sua empresa. “Se hoje eu tivesse que contratar um surdo, não iria descartar”, diz. “E se você rompe um preconceito, isso ajuda a acabar com os outros.”

Silêncio
Natália Cunha, analista de inovação tecnológica e também de 23 anos, formou-se em Administração Pública pela FGV e foi monitora de Libras quando Diego cursava a disciplina. Ela fez a matéria no semestre anterior. “Sempre fui louca para aprender Libras”, conta ela, que hoje mora no Recife. “Hoje sei os sinais básicos, falar o nome, as palavras para parentes, algumas cores, os meios de transporte – dá para falar sobre uma viagem”, explica. “Mas não posso dizer que sou fluente; um semestre não dá. Se vejo dois surdos conversando não consigo entender, eles falam muito rápido!”.

Para Natália, todo idioma vem acompanhado de comportamentos e valores. “Quem estuda Libras descobre que percebe pouco os detalhes visuais, e começa a aprender a riqueza dos gestos e das expressões do rosto”, garante. “É meio como fazer teatro, você desinibe.”

Num trabalho para outra disciplina na FGV, ela escreveu: “Quando conversamos em língua de sinais, a gente tem que prestar atenção no outro, como um todo. Com a fala, às vezes não precisamos nem direcionar o olhar. Às vezes você só finge prestar atenção, e responde ‘huum’, ‘ahan’. Já na Libras a resposta do outro ao longo da conversa também vai se traduzindo em expressões faciais e corporais, em vez de ‘huum’. Isso faz com que você pare e observe cada detalhe. É como ter uma janelinha que dá para a alma do outro, como ‘ouvir com a alma em silêncio’. Toda semana, no final da aula, parece-me que saímos de lá mais calmos, de alguma forma; porque trocamos tanta informação em meio ao silêncio”.

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Minicursos da semana Educar



Encaminho o link de divulgação dos Minicursos da Semana Educar 2011, que acontecerá na Unir. Ajudem a divulgar, tá bom? As inscrições podem ser feitas pela internet. Haverá dois Minicursos voltados para Educação de Surdos: Alfabetização de Surdos e Educação de Surdos no contexto inclusivo. 


http://lenereispvh.blogspot.com/2011/11/semana-educa-unir-minicursos_23.html


Turismo em São Paulo para surdos acima de 50 anos


Olá, Urgentissimo...

Estamos fazendo um projeto de turismo para a Terceira Idade em SP
,gostariamos de convidar somentes pessoas surdas acima de 50 anos para
participarem conosco desse projeto dentro em São Paulo.

Se voce conhecer pessoas surdas(os) ou tiver algum parente surdo,ou se
souber de alguém que conheça,por favor,ajude nos a divulgar esse projeto.

Mande um e-mail: projetocse@yahoo.com.br.

Precisamos dos dados como telefone,
nome data de nascimento,
endereço,
e-mail de quem tiver.

Tutores Surdos - precisa urgente!!!!


Repassando.........


Prezados candidatos Surdos,

Em 2012, UFF precisa de 20 tutores Surdos da discplina de LIBRAS na modalidade de distancia.

O candidato precisa ter :
...
Maior de 18 anos

Formação universitario em Letras/ pedagogia

ou

Formação universitário nas outras areas e pos graduação em LIBRAS.

Tem horarios disponsiveis

Tem computador e internet

Mande curriculo urgente para dois e-mais:

luciane.rangel@hotmail.com

ronise.oliveira@gmail.com

Obs: Se você conhece alguém, divulgue, por favor.

Att

Luciane Rangel

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Segurança alimentar e nutricional


Segurança alimentar e nutricional é tema de curso a distância

25/11/2011 16:33
Oferecido pelo MDS e Abrandh, programa é gratuito e tem duração de 4 meses
Brasília, 25 – As inscrições para o curso “O direito humano à alimentação adequada e o Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Sisan)” estão abertas até 6 de fevereiro. O objetivo é capacitar 2 mil atores sociais do governo e sociedade civil que atuam na área. O curso é gratuito e será oferecido a distância.
A realização é da organização não governamental Ação Brasileira pela Nutrição e Direitos Humanos (Abrandh), com parceria e financiamento da Secretaria Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Sesan) do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) e Secretaria-Executiva da Câmara Interministerial de Segurança Alimentar e Nutricional (Caisan).
O público do curso é formado por lideranças e representantes das organizações da sociedade civil, lideranças dos povos indígenas e comunidades tradicionais, integrantes de conselhos, servidores e gestores das diferentes esferas de governo, procuradores e promotores do Ministério Público.
A carga horária é de 60 horas, com duração de quatro meses. O curso será desenvolvido em plataforma própria de ensino a distância, onde o aluno receberá todas as instruções para as atividades didáticas e de comunicação com a comunidade participante. Também terão o auxílio de especialistas em conteúdo e de tutores para esclarecimento de dúvidas. Para receber o certificado de conclusão, será necessário cumprir todas as atividades e avaliações propostas.
Informações e inscrições: http://dhaa-sisan.faroseducacional.com.br
Adriana Scorza
Ascom/MDS
(61) 3433-1052
www.mds.gov.br/saladeimprensa

I Encontro de Educação de Surdos do MS

I Encontro de Educação de Surdos do MS
10 e 11 de dezembro de 2011
 
Ficha de Inscrição
 en
Nome __________________________________________________________
Telefone fixo: ______________________ Celular (es): ___________________________
E-mail: __________________________________________________________
Instituição que atua: _______________________________________________________
Município:  __________________________________________
 
Indique o número da oficina desejada: 
1ª opção____            2ª opção ____                3ª opção _____ 
 
Ø      Oficina 1 – Interpretação oral –Libras/Língua portuguesa – TILS Karine Albuquerque e Suliane Kelly – 30 vagas
Ø      Oficina 2 – Atendimento Educacional Específico ao índio surdo – Professores Aurélio Alencar e Simone Freitas – 50 vagas
Ø      Oficina 3 – Expressões idiomáticas na Libras – Instrutores Carlos Magno Terrazas e Elisa Borges – 30 vagas 
Ø      Oficina 4 – Atendimento Educacional Específico ao Surdocego – Profª Jacquelini Ricartes e Iolanda Utuari – 40 vagas
Ø      Oficina 5 – Metodologia de Ensino de Libras como L1 – Profª Shirley Vilhalva – 50 vagas

 
 
10/12 (sábado) – 08h às 11h30min e 13h30min às 17h
Conferência e autógrafos do livro da Profª Me. Neiva de Aquino Albres
Local: ACP - Sindicato Campo-Grandense dos Profissionais da Educação Pública
Rua 7 de Setembro, 693 - Campo Grande / MS
 
11/12 (domingo) – 08h30min às 11h30min 
Oficinas temáticas
Local: CAS/SED/MS - Centro de Capacitação de Profissionais da Educação e de Atendimento as Pessoas com Surdez
Rua 13 de maio, 1090 - Campo Grande / MS
 
ATENÇÃO
O Livro ...Eu quero ler e escrever (material didático para usuários de Libras), da autora Neiva de Aquino Albres será vendido durante o evento; R$ 40,00 (a vista).
 
Obs: A inscrição será validada mediante pagamento R$ 30,00 (trinta reais) à vista no CEADA com a Diretora Cicera Celma ou por depósito bancário identificado com nome e/ou CPF para Banco 001 - Brasil / Agência: 0300-X Praça da Árvore / SP - C/C: 7349-0 / TIT: FENEIS. 
A inscrição da oficina será realizada por ordem de confirmação, caso a primeira opção esteja com as vagas preenchidas, o participante será automaticamente inscrito na sua segunda opção e assim sucessivamente. 
INFORMAÇÕES: CEADA: 3314 1289 ou 3314 1290 (com Cicera Celma) – CAS/SED/MS: 3314 1274 (com Suliane) - DEE/SEMED: 3314 3840 (com Karine) 
 
ENVIAR PARA O E-MAIL ceada@sed.ms.gov.br o comprovante do depósito identificado e a inscrição devidamente preenchida para a confirmação da sua participação, lembrando que são VAGAS LIMITADAS. 
 
Ana Maria Ribeiro Rocha
Local: Campo Grande - MS
Cel: 67 92256406
email: aninhalibras@gmail.com
Especialista em LIBRAS e Prática de Ed. Inclusiva na Formação do Intérprete.
ILS Educacional e Hospitalar e Coordenação do Ensino de Libras - UFMS
Professora Intérprete REME - SED - MS
Docente de Libras da Universidade UNIDERP/ANHANGUERA 
Docente de Libras e Tradução-Interpretação na pós-graduação do Libera Limes - Instituto de Ensino 

Fiscalização Bolsa Família


Fiscalização do Bolsa Família será tema da próxima teleconferência do MDS

24/11/2011 08:50
Com participação de técnicos e dirigentes do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, programa será transmitido ao vivo pela TV NBR e pela internet na próxima segunda-feira, com reprises ao longo da semana
Brasília, 24 – O Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) promove, às 9h da próxima segunda-feira (28), teleconferência sobre a fiscalização do Programa Bolsa Família.

O programa, que tratará da importância da fiscalização do programa de transferência de renda federal na identificação e correção de irregularidades, será transmitido ao vivo pela TV NBR. Para debater o tema, foram convidados Celso Correa, diretor do Diretor de Operações (Deop); Carolina Borges, coordenadora-geral de Acompanhamento e Fiscalização; e Sérgio Monteiro, coordenador-geral de Execução Orçamentária e Financeira.

A teleconferência será exibida ao vivo para todo o Brasil pela TV NBR, das 9h às 10h30. A transmissão ocorrerá também pela internet. O público poderá formular perguntas e participar por telefones e e-mail que serão divulgados no início da transmissão.

O programa será reapresentado na quarta-feira (30), às 8h30; na sexta-feira (2), às 18h30; e no domingo (4), às 14h30.

A captação do sinal da NBR, conforme parâmetros indicados abaixo, poderá ser feita de várias maneiras:
• Canal 146 da Sky TV e canais da NET.
• Nos sites da EBC (http://www.ebcservicos.ebc.com.br/veiculos/nbr/nbr-ao-vivo) e da Presidência da República (www.imprensa.planalto.gov.br) é possível assistir ao vivo pela internet.
• No Twitter (www.twitter.com/tvnbr) e no Youtube (www.youtube.com/tvnbr).
• O link do stream é http://200.130.35.33:6500/nbr.wmv?data_proto=http&rota=200.130.15.55_7007&encoder=wme&format=wmv&resource=/.

Ascom/MDS
(61) 3433-1021
www.mds.gov.br/saladeimprensa

Adesão á minha casa minha vida



Minha Casa Minha Vida II: municípios

 baianos assinam termo de adesão

Notícia Postada em 25/11/2011 as 17:29:39 hs 
por: Secom - PMVC

A secretária de Desenvolvimento Social, Nádia 

Márcia, representou Vitória da Conquista na

 cerimônia


A secretária municipal de Desenvolvimento Social, Nádia Márcia Campos, participou na manhã desta sexta-feira, 25, da cerimônia de assinatura do termo de adesão da segunda etapa do Programa Minha Casa Minha Vida em Salvador.


O Ministro das Cidades, Mário Negromonte, esteve presente e ressaltou a importância do Programa, que resgata a cidadania do povo, trazendo dignidade para as famílias. De acordo com o ministro, a segunda versão do programa traz benefícios, como o regime simplificado para a execução das obras;  a dispensa de aporte de contrapartida pelo município; os prazos definidos para eliminação de pendências técnicas – 18 meses , entre outras vantagens.


Vitória da Conquista e outros 54 municípios aderiram ao Programa Minha Casa Minha Vida II. “O termo de adesão ensejará na possibilidade da contratação de novos empreendimentos destinados a famílias com renda até R$ 1.600,00 mil que estejam inscritos no CadÚnico. O termo tem vigência até 31 de dezembro de 2014”, afirma a secretária Nadia Márcia, que representou o prefeito Guilherme Menezes no evento.
PBF - Vitória da Conquista/BA - Interior
Telefone:77 3422-6100

Família acolhedora é apresentada à sociedade


 

Programa atenderá crianças em situação de risco social e pessoal que

 necessite  de acolhimento familiar






“Que nenhuma família comece em qualquer de repente, que nenhuma família termine por falta de amor”. Foi com esta mensagem presente na música “Oração da Família” do padre Zezinho e interpretada pela ex-educanda do Programa de Erradicação do Trabalho Infantil/Peti, Daniela Alves, que a Prefeitura de Vitória da Conquista apresentou à sociedade, na manhã desta terça-feira, 22, o Programa Família Acolhedora.O evento reuniu conselheiros municipais da Assistência Social e representantes de diversas matrizes religiosas, das polícias Civil e Militar, do Poder Judiciário e dos órgãos que atuam na defesa dos direitos das crianças e dos adolescentes. Servidores que atuam nos programas sociais do Município também participaram do lançamento do Programa, cujo objetivo é garantir uma rede de proteção às crianças em situação de risco, a fim de proporcionar a elas a convivência familiar e comunitária.

Representando, na ocasião, o prefeito Guilherme Menezes e como presidente do Conselho Municipal da Criança e do Adolescente/Comdica, a secretária de Desenvolvimento Social, Nádia Márcia Campos, destacou o empenho da Prefeitura no sentido de fortalecer a rede de acolhimento do público infanto-juvenil no município. “Para nós é muito importante a implantação desse Programa, porque ele vai completar essa rede de acolhimento. Conquista já faz o acolhimento da criança e do adolescente desde 97, mas a cidade tem crescido muito. Então, precisávamos dar um acolhimento mais especializado e menos institucional para crianças de 0 a 6 anos, e a melhor forma é através da Família Acolhedora”.

O juiz da Vara da Infância e da Juventude de Vitória da Conquista, Juvino Henrique de Souza Brito, afirmou: “Nós temos situações inúmeras de crianças e adolescentes em situação vulnerabilidade que não conseguem um encaixe na família extensa e precisam realmente que tenha para eles um encaminhamento de forma segura prevista pelo ECA, que é a adoção ou a guarda bem estruturada”.

Segundo o promotor público da Infância e Adolescência, Marcos Coelho, “esse Programa vai permitir à Justiça e também a todos os órgãos que trabalham na rede da infância atuarem com mais segurança, sem precipitação, com calma. A criança vai estar acolhida por uma família preparada para isso, o que vai nos permitir formar uma nova cultura, uma nova política de assistência à criança e ao adolescente, no sentido de trabalharmos com prioridades”.

A presidente do Conselho Tutelar, Patrícia Galvão, também recebeu com felicidade a implantação do Programa em Conquista. “É de fundamental importância para toda a comunidade conquistense ter o Família Acolhedora, porque a cidade necessitava. As famílias agora vão poder estar mais ativas nesse processo. É muito importante esse vínculo familiar. Vai melhorar muito para a criança ser acolhida numa família”.

Finalizando o encontro, a secretária Nádia Márcia Campos fez um convite: “Queremos convidar à sociedade de Vitória da Conquista para que venham ser nossos parceiros”.

Clique aqui e confira os critérios para participar do Programa Família Acolhedora.
PBF - Vitória da Conquista/BA - Interior
Telefone:77 3422-6100

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Peça teatral " A história através do Silencio"

http://www.uesb.br/ascom/ver_noticia_.asp?id=7582#




Contar um trecho trágico da história de Vitória da Conquista de forma poética, colocando a figura do índio como herói, e tudo isso sem usar palavras. É assim que um grupo de atores surdos encena a peça “A História Através do Silêncio”, promovida pela Associação Jesus de Nazaré em parceria com o Programa Banco do Nordeste (BNB) de Cultura.
Os espetáculos se apresentarão na região sudoeste a partir do próximo ano. Em 29 de março e 12 de abril de 2012, ele acontecerá no Teatro Glauber da Rocha da Uesb, em Vitória da Conquista. E nos dias 9 e 10 de maio, quem recebe a apresentação é o campus de Itapetinga. As escolas que tiverem interesse em assistir ao espetáculo já podem agendar a sua participação com a responsável Tálita Lessa, enviando um e-mail paratalitalessa@hotmail.com.
Na oportunidade, também serão ministrados workshops e uma oficina de Língua de Sinais Brasileira (Libras) gratuita, voltada para a comunidade, já que a peça teatral possui no seu elenco pessoas com surdez.
Este projeto pretende estimular a produção e difusão artística regional, preservar o patrimônio histórico, proteger as diferentes expressões culturais regionais e facilitar à população o acesso às fontes de cultura e suas diversidades. Além disso, é uma oportunidade para a inserção social e cultural de pessoas da comunidade surda
Para saber mais informações, ligue para (77) 8802-0491.

domingo, 20 de novembro de 2011

quem somos


QUEM SOMOS:

A Associação Jesus de Nazaré foi fundada no dia 30 de outubro de 2008 (dois mil e oito) na Cidade de Vitória da Conquista, na Bahia, é de natureza filantrópica, sem fins lucrativos, religiosos ou político e com finalidade sócio-cultural, assistencial e educacional de interesse público, sem discriminação de classe, raça ou credo, de prazo e duração indeterminado, com sede e foro á Rua Dinaelza Coqueiro, número 486, Bairro Ibirapuera.

Observando as mudanças sociais ocorridas na cidade, viu-se a necessidade da fundação de uma Associação que trabalhasse em prol da comunidade de Vitória da Conquista. A Associação possui parcerias públicas e privadas. Após a sua fundação, a Presidente da Associação, Silene Teles Cardoso Lessa, percebendo a possibilidade de realizar um sonho antigo e verificando a real necessidade de uma creche no bairro, reuniu os colaboradores da Associação e fundaram a Creche Jesus de Nazaré, que atende 200 crianças do Bairro Ibirapuera e região, crianças de 2 a 5 anos.

A Associação possui ainda, entre seus trabalhos, o Centro de Promoção á Inclusão Social de Pessoas Surdas, Cinec, as ações propostas tomam por base os valores básicos da igualdade de tratamento e oportunidades, da justiça social, do respeito à dignidade da pessoa humana, do bem-estar, e outros princípios Constitucionais, promovendo ações necessárias para o afastamento de preconceitos e discriminações de qualquer natureza, a fim de ajudar a garantir aos surdos e outros portadores de necessidades especiais na comunicação o pleno exercício de seus direitos básicos, inclusive o direito à educação, ao trabalho e ao lazer.

Justificativa do Projeto



O projeto “A História através do Silêncio” foi idealizado utilizando-se da expressão corporal de forma lúdica e mágica permitindo que esse espetáculo estabeleça uma ponte entre os dois mundos de forma que os atores surdos pudessem se comunicar com o público em geral, independente de qualquer símbolo lingüístico, criando assim, um espetáculo que poderá ser compreendido por qualquer público mesmo que esses não dominem o português.

Esse projeto será uma oportunidade para a inserção social e cultural de pessoas da comunidade surda, que passam e passaram por diversos preconceitos em relação á sociedade. Tomaremos por base os valores da igualdade de tratamento e oportunidades, do respeito á dignidades e do bem estar.

Objetivamos desenvolver atividades que promovam auxílio à acessibilidade e incentivem a divulgação e o debate das questões concernentes à pessoa portadora de necessidades especiais na área da comunicação interpessoal, visando à conscientização da sociedade como um todo.

Assim, o sentido de desenvolver o projeto “A História através do Silêncio” é a existência de problemas concretos para os quais a união das pessoas é a solução mais eficaz para resolvê-los. Somando esforços, vontade e desejo de várias pessoas torna tudo mais fácil e possível de ser realizado.

O espetáculo “A História através do Silêncio”, no ponto de vista cultural trará uma visão diferenciada daquela apresentada pela história onde os relatos sempre são feitos por quem ganha, independente do mesmo ter razão ou não, motivados por isso criamos esse texto teatral onde será contado uma das partes mais tristes da história de Vitória da Conquista na visão do lado mais fraco (os índios) revelando uma faceta dos ditos “heróis” que envolve traição, ganância, e luta pelo poder. Queremos, assim, fomentar o pensamento, trazer discussões sobre o que é dito como verdade e trazer os diferentes pontos de vista sobre uma mesma história.

Durante as apresentações o público terá a oportunidade de tomar contato com o universo dos surdos através dos workshops que oportunizarão aos participantes aprenderem a Lingua de Sinais Brasileiras – Libras.

De acordo com a Lei 10.436, de 24 de abril de 2002, a Língua Brasileira de Sinais – Libras –  é reconhecida como meio legal de comunicação e expressão. Entende-se como Língua Brasileira de Sinais a forma de expressão, em que o sistema linguístico de natureza visual-motora, com estrutura gramatical própria, constitui um sistema linguístico de transmissão de ideias e fatos, oriundos de comunidades de pessoas surdas do Brasil.

Compreende-se, assim, que a Libras deve ser inserida como primeira língua (ou língua materna) desde a infância, tendo como segunda a Língua Portuguesa escrita. Assim, a Lei acima mencionada assegura que “deve ser garantido, por parte do poder público em geral e empresas concessionárias de serviços públicos, formas institucionalizadas de apoiar o uso e difusão da Língua Brasileira de Sinais - Libras como meio de comunicação objetiva e de utilização corrente das comunidades surdas do Brasil.”

Teatro com elenco só de pessoas surdas


OBJETIVOS DO PROJETO:

O Presente projeto tem como objetivo a apresentação do espetáculo “A História Através do Silêncio”. Almejamos atingir o público infanto-juvenil, adulto e terceira idade, através de um espetáculo teatral que contará de forma poética um trecho trágico da historia de Vitoria da Conquista sem a utilização do recurso das palavras.

O texto será encenado por surdos e irá transmitir ao público uma visão da história que diverge do convencional onde o índio será colocado como herói e vítima ao invés de vilão.

O público receberá um folder explicativo contendo a história, ou seja, o enredo do espetáculo, o que reforçará a compreensão da mesma.

O espetáculo será encenado em Vitória da Conquista - Bahia e em cidades circunvizinhas, em suas casas de cultura, faculdades e escolas.

Na oportunidade serão ministrados workshops, contendo uma oficina de Libras gratuita voltada para a comunidade, para a disseminação da Língua de Sinais Brasileira – Libras, já que a peça teatral possui no seu elenco pessoas com surdez.

Este projeto destina-se ainda, a estimular a produção e difusão cultural e artística regional, preservar o patrimônio cultural e histórico, proteger as diferentes expressões culturais regionais, desenvolver a consciência e o respeito aos valores culturais regionais, dar prioridade ao produto cultural brasileiro e facilitar à população o acesso ás fontes de cultura e suas diversidades culturais.

As escolas que tiverem interesse em assistir ao espetáculo agendar com a responsável Sra. Tálita Lessa (e-mail: talitalessa@hotmail.com).

Temos as seguintes datas já confirmadas:  
29 de março de 2012 - Teatro Glauber Rocha
19 de abril de 2012 – Teatro Glauber Rocha
9 e 10 de maio de 2012 – campus Uesb Itapetinga

sábado, 19 de novembro de 2011

Profissão de cuidador

Proposta 
A Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público aprovou na quarta-feira 09 de novembro proposta que regulamenta a profissão de cuidador. O texto aprovado é o substitutivo do relator, deputado Laercio Oliveira (PR-SE), ao Projeto de Lei 6966/06, do deputado Inocêncio Oliveira (PR-PE).

De acordo com a proposta, cuidador é o profissional responsável por cuidar da pessoa doente ou dependente, facilitando o exercício de suas atividades diárias, tais como alimentação, higiene pessoal, além de aplicar a medicação de rotina e acompanhá-la aos serviços de saúde.

Segundo o relator, o objetivo da regulamentação é "coibir a pratica de uma atividade tão delicada e de tamanha responsabilidade por indivíduos despreparados". Ele lembra que são comuns casos de maus tratos a enfermos ou idosos. "Logo, regulamentar é necessário para facilitar a fiscalização da atividade dos referidos profissionais", disse. O deputado acrescentou novos dispositivos ao projeto original, aproveitando ideias contidas no PL 2880/08, do deputado Otavio Leite (PSDB-RJ), apensado.

O substitutivo determina que o piso nacional mínimo para a categoria será de um salário mínimo e meio, que poderá ser corrigido anualmente pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) ou outro índice que o venha substituir. O projeto original não estabelecia piso para a categoria.

Requisitos
Conforme o substitutivo, para exercer sua atividade profissional, o cuidador deverá ter sido aprovado em curso regular para cuidadores, promovido por instituição de ensino superior ou instituição da sociedade civil, que oficialmente estejam supervisionadas por instituição de ensino profissional que regularmente ofereça cursos na área de saúde.

O conteúdo do curso será determinado conjuntamente pelos ministérios da Saúde e da Educação e Cultura. Além disso, é obrigatória a conclusão dos ensinos fundamental e médio. No projeto original, o ensino médio não era requerido.

Outro dispositivo acrescentado ao texto original prevê que o cuidador só poderá exercer sua função mediante orientações prescritas por profissionais de saúde responsáveis pelo tratamento e acompanhamento clínico do indivíduo. Pelo texto, o cuidador não poderá executar os serviços exclusivos de outras profissões da área de saúde, particularmente às da área da enfermagem e da medicina.

Tramitação
A proposta, que já foi aprovada pela Comissão de Seguridade Social e Família, segue agora para a análise, em caráter conclusivo, da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Íntegra da proposta:
PL-6966/2006
PL-2880/2008

Fonte: Agência Câmara de Notícias

Decreto 7.611/2011

DECRETO 7.611/2011 
________________________________

DECRETO Nº 7.611, DE 17 DE NOVEMBRO DE 2011

Dispõe sobre a educação especial, o atendimento educacional especializado e dá outras providências.

A PRESIDENTA DA REPÚBLICA, no uso das atribuições que lhe confere o 
art. 84, incisos IV e VI, alínea "a", da Constituição, e tendo em vista o disposto no art. 208, inciso III, da Constituição, arts. 58 a 60 da Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, art. 9º, § 2º, da Lei nº 11.494, 
de 20 de junho de 2007, art. 24 da Convenção sobre os Direitos das 
Pessoas com Deficiência e seu Protocolo Facultativo, aprovados por meio 
do Decreto Legislativo nº 186, de 9 de julho de 2008, com status de 
emenda constitucional, e promulgados pelo Decreto nº 6.949, de 25 de 
agosto de 2009,
DECRETA:

Art. 1º O dever do Estado com a educação das pessoas público-alvo da 
educação especial será efetivado de acordo com as seguintes diretrizes:
I - garantia de um sistema educacional inclusivo em todos os níveis, sem discriminação e com base na igualdade de oportunidades;
II - aprendizado ao longo de toda a vida;
III - não exclusão do sistema educacional geral sob alegação de deficiência;
IV - garantia de ensino fundamental gratuito e compulsório, 
asseguradas adaptações razoáveis de acordo com as necessidades 
individuais;
V - oferta de apoio necessário, no âmbito do sistema educacional geral, com vistas a facilitar sua efetiva educação;
VI - adoção de medidas de apoio individualizadas e efetivas, em 
ambientes que maximizem o desenvolvimento acadêmico e social, de acordo 
com a meta de inclusão plena;
VII - oferta de educação especial preferencialmente na rede regular de ensino; e
VIII - apoio técnico e financeiro pelo Poder Público às instituições 
privadas sem fins lucrativos, especializadas e com atuação exclusiva em 
educação especial.
§ 1º Para fins deste Decreto, considera-se público-alvo da educação 
especial as pessoas com deficiência, com transtornos globais do 
desenvolvimento e com altas habilidades ou superdotação.
§ 2º No caso dos estudantes surdos e com deficiência auditiva serão observadas as diretrizes e princípios dispostos no Decreto nº 5.626, de 22 de dezembro de 2005.

Art. 2º A educação especial deve garantir os serviços de apoio 
especializado voltado a eliminar as barreiras que possam obstruir o 
processo de escolarização de estudantes com deficiência, transtornos 
globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação.
§ 1º Para fins deste Decreto, os serviços de que trata o caput serão 
denominados atendimento educacional especializado, compreendido como o 
conjunto de atividades, recursos de acessibilidade e pedagógicos 
organizados institucional e continuamente, prestado das seguintes 
formas:
I - complementar à formação dos estudantes com deficiência, 
transtornos globais do desenvolvimento, como apoio permanente e limitado no tempo e na frequência dos estudantes às salas de recursos 
multifuncionais; ou
II - suplementar à formação de estudantes com altas habilidades ou superdotação.
§ 2º O atendimento educacional especializado deve integrar a proposta pedagógica da escola, envolver a participação da família para garantir 
pleno acesso e participação dos estudantes, atender às necessidades 
específicas das pessoas público-alvo da educação especial, e ser 
realizado em articulação com as demais políticas públicas.

Art. 3º São objetivos do atendimento educacional especializado:
I - prover condições de acesso, participação e aprendizagem no ensino regular e garantir serviços de apoio especializados de acordo com as 
necessidades individuais dos estudantes;
II - garantir a transversalidade das ações da educação especial no ensino regular;
III - fomentar o desenvolvimento de recursos didáticos e pedagógicos 
que eliminem as barreiras no processo de ensino e aprendizagem; e
IV - assegurar condições para a continuidade de estudos nos demais níveis, etapas e modalidades de ensino.

Art. 4º O Poder Público estimulará o acesso ao atendimento 
educacional especializado de forma complementar ou suplementar ao ensino regular, assegurando a dupla matrícula nos termos do art. 9º- A do Decreto nº 6.253, de 13 de novembro de 2007.

Art. 5º A União prestará apoio técnico e financeiro aos sistemas 
públicos de ensino dos Estados, Municípios e Distrito Federal, e a 
instituições comunitárias, confessionais ou filantrópicas sem fins 
lucrativos, com a finalidade de ampliar a oferta do atendimento 
educacional especializado aos estudantes com deficiência, transtornos 
globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação, 
matriculados na rede pública de ensino regular.
§ 1º As instituições comunitárias, confessionais ou filantrópicas sem fins lucrativos de que trata o caput devem ter atuação na educação 
especial e serem conveniadas com o Poder Executivo do ente federativo 
competente.
§ 2º O apoio técnico e financeiro de que trata o caput contemplará as seguintes ações:
I - aprimoramento do atendimento educacional especializado já ofertado;
II - implantação de salas de recursos multifuncionais;
III - formação continuada de professores, inclusive para o 
desenvolvimento da educação bilíngue para estudantes surdos ou com 
deficiência auditiva e do ensino do Braile para estudantes cegos ou com 
baixa visão;
IV - formação de gestores, educadores e demais profissionais da 
escola para a educação na perspectiva da educação inclusiva, 
particularmente na aprendizagem, na participação e na criação de 
vínculos interpessoais;
V - adequação arquitetônica de prédios escolares para acessibilidade;
VI - elaboração, produção e distribuição de recursos educacionais para a acessibilidade; e
VII - estruturação de núcleos de acessibilidade nas instituições federais de educação superior.
§ 3º As salas de recursos multifuncionais são ambientes dotados de 
equipamentos, mobiliários e materiais didáticos e pedagógicos para a 
oferta do atendimento educacional especializado.
§ 4º A produção e a distribuição de recursos educacionais para a 
acessibilidade e aprendizagem incluem materiais didáticos e 
paradidáticos em Braille, áudio e Língua Brasileira de Sinais - LIBRAS, 
laptops com sintetizador de voz, softwares para comunicação alternativa e outras ajudas técnicas que possibilitam o acesso ao currículo.
§ 5º Os núcleos de acessibilidade nas instituições federais de 
educação superior visam eliminar barreiras físicas, de comunicação e de 
informação que restringem a participação e o desenvolvimento acadêmico e social de estudantes com deficiência.

Art. 6º O Ministério da Educação disciplinará os requisitos, as 
condições de participação e os procedimentos para apresentação de 
demandas para apoio técnico e financeiro direcionado ao atendimento 
educacional especializado.

Art. 7º O Ministério da Educação realizará o acompanhamento e o 
monitoramento do acesso à escola por parte dos beneficiários do 
benefício de prestação continuada, em colaboração com o Ministério da 
Saúde, o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome e a 
Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República.

Art. 8º O Decreto nº 6.253, de 2007, passa a vigorar com as seguintes alterações:
"Art. 9º-A. Para efeito da distribuição dos recursos do FUNDEB, será admitida a 
dupla matrícula dos estudantes da educação regular da rede pública que 
recebem atendimento educacional especializado.
§ 1º A dupla matrícula implica o cômputo do estudante tanto na 
educação regular da rede pública, quanto no atendimento educacional 
especializado.
§ 2º O atendimento educacional especializado aos estudantes da rede 
pública de ensino regular poderá ser oferecido pelos sistemas públicos 
de ensino ou por instituições comunitárias, confessionais ou 
filantrópicas sem fins lucrativos, com atuação exclusiva na educação 
especial, conveniadas com o Poder Executivo competente, sem prejuízo do 
disposto no art. 14." (NR)
"Art. 14. Admitir-se-á, para efeito da distribuição dos recursos do FUNDEB, o 
cômputo das matrículas efetivadas na educação especial oferecida por 
instituições comunitárias, confessionais ou filantrópicas sem fins 
lucrativos, com atuação exclusiva na educação especial, conveniadas com o Poder Executivo competente.
§ 1º Serão consideradas, para a educação especial, as matrículas na 
rede regular de ensino, em classes comuns ou em classes especiais de 
escolas regulares, e em escolas especiais ou especializadas. 
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007- 
2010/2007/Decreto/D6278.htm - art1
§ 2º O credenciamento perante o órgão competente do sistema de ensino, na forma do art. 10, inciso IV e parágrafo único, e art. 11, inciso IV, da Lei nº 9.394, de 1996, depende de aprovação de projeto pedagógico." (NR)

Art. 9º As despesas decorrentes da execução das disposições 
constantes deste Decreto correrão por conta das dotações próprias 
consignadas ao Ministério da Educação.

Art. 10. Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação.

Art. 11. Fica revogado o Decreto nº 6.571, de 17 de setembro de 2008.

Brasília, 17 de novembro de 2011; 190º da Independência e 123º da República.
DILMA ROUSSEFF
Fernando Haddad
D.O.U., 18/11/2011 - Seção 1